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Inteligência Artificial e PDV: Reforma Administrativa em MT

Entenda como a Inteligência Artificial e o PDV fazem parte da nova Reforma Administrativa em Mato Grosso. Confira agora os detalhes da proposta.

A articulação para a criação de uma nova supersecretaria focada na Reforma Administrativa e na reestruturação do Estado em Mato Grosso reacende um debate essencial sobre o futuro do setor público. O ex-secretário de Fazenda, Rogério Gallo, cotado para liderar a pasta, já trabalha no diagnóstico para o enxugamento da máquina estatal. Entre as propostas em análise, destaca-se a implementação de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) integrado ao uso estratégico da Inteligência Artificial no funcionalismo.

Reforma Administrativa, PDV e Inteligência Artificial

Diferente de visões ultrapassadas que defendem apenas o corte cego de despesas, a iniciativa busca alinhar o governo ao conceito de Estado Eficiente. Conforme ressaltado pelo gestor, o objetivo não é promover um enxugamento precipitado ou buscar o chamado "Estado mínimo". A meta central consiste em diagnosticar custos, eliminar desperdícios e assegurar que a tecnologia gere valor real para a população.

A introdução de ferramentas de automação e de Inteligência Artificial altera, de forma inevitável, o desenho dos cargos e dos processos institucionais. Para que essa transição ocorra de maneira equilibrada, o modelo em estudo sustenta-se em três pilares fundamentais:

Voluntariedade e Planejamento Fiscal: O PDV não surge como medida coercitiva, mas como uma alternativa planejada para servidores em fase de transição de carreira ou pré-aposentadoria. Requalificação do Capital Humano: A tecnologia visa liberar os servidores de tarefas burocráticas repetitivas, permitindo que foquem em funções estratégicas e no atendimento direto ao cidadão. Autonomia Digital e Soberania: O Estado deve capacitar seus próprios quadros técnicos para gerir a tecnologia, evitando a dependência excessiva de fornecedores externos. Além disso, a modernização exige cautela e visão de longo prazo. Gallo pondera que o controle sobre os dados e processos públicos deve permanecer sob a tutela estatal. Dessa forma, a capacitação técnica dos servidores torna-se um requisito indispensável para o sucesso da implementação dessas novas ferramentas digitais.

A criação de uma secretaria dedicada à gestão e eficiência reforça que a modernização da máquina pública reconhece o servidor como peça central dos resultados. Mudar processos e otimizar estruturas administrativas com responsabilidade fiscal e social define o atual choque de gestão. Portanto, o foco permanece nas entregas que a sociedade espera do setor público. Para acompanhar mais atualizações sobre o tema, consulte as últimas notícias do portal.

Fonte: midianews.com.br