Palmeiras de Abel Ferreira e sua aura imbatível na
O Palmeiras de Abel Ferreira alcança sua oitava final de Libertadores. Confira a análise sobre a resiliência e a aura vencedora do time na competição.
O Palmeiras de Abel Ferreira reafirmou sua força histórica ao garantir a classificação para a sua oitava final de Conmebol Libertadores. A vaga, conquistada após uma disputa dramática de pênaltis contra o Fluminense, evidencia a aura impressionante que o time construiu no torneio continental sob o comando do treinador português.
Desde 2020, o clube vive um período de protagonismo absoluto na América do Sul. Das últimas sete edições da competição, o Verdão alcançou a decisão em quatro oportunidades, todas com Abel Ferreira na casamata. Esse desempenho coloca o clube em um patamar de elite, superando marcas históricas anteriores.
A aura do Palmeiras de Abel Ferreira na Libertadores
A trajetória nesta edição de 2026 não tem sido marcada por um futebol brilhante ou dominante. Pelo contrário, a equipe avançou em segundo lugar na fase de grupos e superou adversários como Cerro Porteño e LDU com dificuldades. Contudo, a capacidade de sobrevivência do elenco tem sido o diferencial decisivo.
A resiliência tornou-se a marca registrada deste grupo. No confronto decisivo contra o Fluminense, o time controlou o jogo por grande parte do tempo, mas falhou ao criar chances reais de gol. O cansaço físico nos minutos finais permitiu que Hércules marcasse o gol que forçou a decisão nas penalidades.
Alguns pontos fundamentais explicam a atual fase do clube na categoria de elite do futebol:
O Palmeiras igualou, entre 2020 e 2026, o número de finais que disputou entre 1961 e 2019. A equipe demonstrou maior confiança e preparo psicológico nas disputas de pênaltis. O goleiro Carlos Miguel consolidou-se como um herói decisivo em momentos de pressão extrema. O revés por 1 a 0 no Nubank Parque gerou um clima de tensão, especialmente pela postura cautelosa adotada pela equipe. Abel Ferreira admitiu que o time foi excessivamente conservador. Entretanto, a confiança construída após sucessivas experiências em mata-matas permitiu que o elenco mantivesse a calma necessária para converter as cobranças.
Além disso, o sucesso recente do clube não deve ser normalizado. Alcançar tantas finais em um curto espaço de tempo é um feito raro. O Palmeiras agora se prepara para buscar o tetracampeonato continental, o que representaria a terceira taça sob a gestão de Abel Ferreira.
Para a grande final, agendada para o dia 28 de novembro, o desafio será elevar o nível técnico apresentado até aqui. Embora o desempenho coletivo tenha oscilado, a mística criada pelo treinador português continua sendo o maior trunfo do Verdão. Para acompanhar as últimas notícias sobre a preparação para a decisão, siga nossa cobertura completa.
Fonte: ge.globo.com