S+ Notícias

Operação Nocaute: suspeita de golpe é presa em Copacabana

Uma mulher foi presa no Rio de Janeiro por envolvimento em extorsão de R$ 169 mil em Sinop. Confira os detalhes da Operação Nocaute agora.

Uma mulher de 44 anos foi presa preventivamente na última segunda-feira (21) enquanto trabalhava em um quiosque na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A ação faz parte da Operação Nocaute , deflagrada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, que investiga uma facção criminosa responsável por extorquir R$ 169 mil de uma vítima.

Operação Nocaute combate crimes de lavagem de dinheiro

A suspeita possuía um mandado de prisão expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Sinop. Ela responde pelos crimes de integrar organização criminosa e lavagem de dinheiro. A captura contou com o apoio estratégico da Draco da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Além disso, Conforme as investigações, a mulher foi a responsável por receber uma transferência via Pix logo após a vítima realizar o pagamento do valor extorquido, em 27 de setembro de 2025. O montante foi posteriormente fracionado em diversas transferências menores para ocultar a origem ilícita, prática típica de lavagem de capitais.

A operação policial resultou em uma série de medidas judiciais contra o grupo criminoso. Entre os mandados cumpridos, destacam-se:

11 mandados de prisão preventiva; 13 ordens de busca e apreensão; 13 quebras de sigilo telefônico e telemático; 14 medidas de sequestro de bens e valores. Portanto, Além disso, a categoria de crimes investigados inclui a atuação de articuladores, executores e agentes de apoio logístico. A Polícia Civil de Mato Grosso continua as diligências para localizar outros envolvidos que ainda possuem mandados de prisão em aberto.

O inquérito atual é um desdobramento da Operação Primum, que já havia identificado conexões entre a facção atuante em Sinop e ramificações no Rio de Janeiro. Naquela fase anterior, as autoridades cumpriram 41 ordens judiciais, incluindo sequestros de veículos e ativos financeiros.

Após a prisão em Copacabana, a mulher foi encaminhada ao sistema prisional feminino. Ela permanece à disposição da Justiça de Mato Grosso, onde responderá pelos atos ilícitos cometidos contra a vítima. A Polícia Civil reforça que o aprofundamento das análises bancárias foi fundamental para individualizar as condutas dos suspeitos.

Para mais atualizações sobre este caso, acompanhe as últimas notícias em nosso portal. As autoridades seguem monitorando as movimentações financeiras da organização para desarticular completamente a estrutura criminosa.

Fonte: rdnews.com.br